sábado, 1 de junho de 2013

TURISMO SUSTENTÁVEL





1.O que é o turismo sustentável?
Segundo a OMT o turismo sustentável deve ser aquele que salvaguarda o ambiente e os recursos naturais, garantindo o crescimento econômico da atividade, , ou seja, capaz de satisfazes as necessidades das presentes e futuras gerações. Portanto, o desenvolvimento turístico deve pautar por "economizar os recursos naturais raros e preciosos, principalmente a água e a  energia, e que venham a evitar, na medida do possível a produção de dejetos, deve ser privilegiado e encorajado pelas autoridades públicas nacionais, regionais e locais". (Artigo 3 Código de Ética - OMT). O Turismo Sustentável deve acima de tudo buscar a compatibilização entre os anseios dos turistas e os das regiões receptoras, garantindo não somente a proteção do meio ambiente, mas também estimulando o desenvolvimento da atividade em consonância com a sociedade local envolvida.
Pode ser uma viagem à praia, à cidade ou à floresta, pode ser uma viagem em família ou não a questão é fazer uma diferença positiva para as pessoas e os locais que visitamos.  Fazer uma diferença positiva significa:
Ajudar a proteger o meio ambiente
Promover recursos para que famílias locais tenham uma vida digna
Ajudar a preservar a cultura local e suas tradições
Reconhecer que água e energia são bens preciosos e devem ser usados com responsabilidade.

2.Como posso ajudar?
Quando escolher um destino, acomodação e operadores turísticos considere aqueles que dão atenção especial para o meio-ambiente, beneficiem as culturas locais e as comunidades.
Escolhendo um hotel sustentável você está ajudando a mudar vidas para melhor e mantendo os destinos apropriados para os próximos visitantes. Hotéis sustentáveis têm menor impacto sobre a natureza e trazem muitos benefícios a comunidade local, através de salários justos, ações com a comunidade, emprego para a população local, preservação de sua cultura, dentre outros.
Além disso hospedagens sustentáveis atendem melhor suas necessidades pois ouvem você e seus outros stakeholders, o lucro não é seu único objetivo.

3.Mitos e Verdades!
Isto é para jovens!
MITO - Você pode realizar uma viagem à praia, à cidade ou à floresta, pode ser uma viagem em família ou não a questão é fazer uma diferença positiva para as pessoas e os locais que visitamos.  Escolhendo um hotel sustentável você está ajudando a mudar vidas para melhor e mantendo os destinos apropriados para os próximos visitantes.

Tenho que sacrificar a qualidade e a comodidade ao optar por hospedagens sustentáveis! MITO - Muitos hotéis, pousadas e resorts realizam diversas ações sócio-ambientais e nem por isso deixam de dar atenção especial a qualidade, inclusive a sustentabilidade significa mais qualidade para o hóspede.  O Roteiro de Charme, por exemplo, possui um código de conduta ambiental para os hotéis de sua rede. – Veja mais sobre o programa.

Sustentável é mais caro!
MITO - Hospedagens sustentáveis existem em varias faixas de valores, dependendo do nível de conforto e conveniência que você deseja.  



É difícil ser um viajante responsável!
]MITO - Com a internet fica fácil planejar e reservar com empresas responsáveis. Quando chegar no destino, há ações simples e fáceis para deixar sua viagem mais “verde”.

Tem que gostar de mato!
MITO - Viajar de forma sustentável não significa ir para locais de natureza. Você pode realizar uma viagem à praia, à cidade ou à floresta, pode ser uma viagem em família ou não a questão é fazer uma diferença positiva para as pessoas e os locais que visitamos.
Top 10 hotéis visitados com mais ações de sustentabilidade
(Lista em ordem alfabética)










 Dicas para tornar sua viagem mais ecológica

1. Economize energia! Desligue o carregador do celular quando a bateria estiver cheia e desligue as luzes e aparelhos elétricos quando sair do quarto.
2. Vista-se adequadamente. Verifique os costumes locais quanto ao modo de se vestir em locais religiosos e na rua. Respeite e viva a cultura local.
3. Antes de viajar pesquise e pergunte por opções de empresas que possuam práticas socioambientais. Utilizando os serviços destes empreendimentos você estará ajudando no fortalecimento da comunidade local e na proteção do meio ambiente.

FONTE:
PORTAL DE ECOHOSPEDAGEM - Turismo Sustentável


quarta-feira, 29 de maio de 2013

RIO DE JANEIRO - CIDADE MARAVILHOSA







Conheça   opções para o seu roteiro no Rio de Janeiro



Bondinho do Pão de Açúcar é um dos locais mais visitados do Rio de Janeiro




Famoso mundialmente pelas suas belezas naturais, o Rio de Janeiro é um dos roteiros mais desejados pelos turistas. Se você vai ao Rio em uma escala de cruzeiro seu tempo em terra de cerca de um dia vai ser curto para conhecer tudo o que a cidade oferece, mas
o suficiente para percorrer alguns dos principais pontos turísticos e ficar com aquele gostinho de quero mais. Listamos 10 lugares famosos no Rio, cidade reconhecida pela Unesco em julho passado como Patrimônio Mundial na categoria paisagem cultural urbana. Agora é só fazer o seu roteiro.



Pão de Açúcar
Com cem anos recém-completados, o bondinho do Pão de Açúcar foi incorporado à paisagem carioca. A ligação por bondinhos entre os morros da Urca, o primeiro, e do Pão de Açúcar, o segundo, pode ser vista a partir de vários pontos da cidade. Os ingressos são vendidos das 8h às 19h50. Adultos pagam R$ 53 e crianças entre seis a 12 anos meia. Os menores de cinco estão isentos. Idosos e portadores de necessidades especiais têm desconto.


Cristo Redentor
O Cristo Redentor de braços abertos para o Rio de Janeiro fica no morro do Corcovado. Para subir até lá há dois caminhos, pelo trem por dentro da Floresta da Tijuca que sai a cada 30 minutos de segunda a domingo, das 8h às 19h, ou de van. Essa segunda opção tem maior flexibilidade de horário. Eleito como uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo Moderno, o cartão postal carioca foi inaugurado em 1931. Do alto, se tem uma vista espetacular da cidade. 



Confeitaria Colombo
No roteiro pelo centro da cidade é obrigatória uma parada para se deliciar com as guloseimas da Confeitaria Colombo. Fundada em 1894, o estabelecimento comercial mantém o mesmo luxo da decoração comparável à época da inauguração com casas de Paris e Londres. É impossível não se deslumbrar com os espelhos belgas emoldurados em jacarandá. A confeitaria fica na Rua Gonçalves Dias, 32, e funciona de segunda à sexta das 9h às 20h e sábados e feriados das 9h às 17h.

Centro Histórico
Uma ida até a praça Floriano Peixoto, popularmente chamada de Cinelândia, no centro da cidade, permite ao turista conhecer de uma só vez alguns dos mais imponentes prédios do Rio de Janeiro. No entorno da praça fica o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional e o antigo Supremo Tribunal Federal. O Theatro possui visita guiada e o ingresso inteiro custa R$ 10. Com uma coleção de 8 milhões de peças, a Biblioteca começou a ser formada com a chegada da Família Real ao Brasil em 1808. Ela é considerada pela Unesco a sétima maior biblioteca nacional do mundo e também tem visita guiada. O agendamento é feito no dia. O antigo STF, de quando o Rio era capital federal, hoje abriga o Centro Cultural da Justiça Federal, espaço que abriga exposições.



Santa Teresa
Localizado no alto de uma colina, o bairro de Santa Teresa é conhecido pelo bondinho, que atualmente está desativado, e pela grande concentração de bares, restaurantes, ateliês e lojinhas de artesanato. O bairro ganhou esse nome pelo Convento de Santa Teresa, erguido no século 19. Há ônibus que fazem o transporte até lá. Os turistas com disposição podem subir a pé partindo da Lapa, pela escadaria do Selarón, batizada assim em homenagem ao artista plástico chileno que recobriu os degraus com mosaicos de cerâmica. Em Santa Teresa vale à pena visitar ainda o Museu da Chácara do Céu e o Parque das Ruínas. No acervo do museu estão pinturas, desenhos e gravuras de artistas como Mattisse e Miró, no âmbito internacional, e Iberê Camargo e Portinari, da coleção de arte brasileira. É gratuita a entrada dos dois locais.

Paço Imperial
 O prédio que viria ser o Paço Imperial foi ocupado pela primeira vez em meados do século 18 como residência dos governadores. Em 1808, com a ameaça de Portugal por Napoleão Bonaparte, o príncipe regente D. João transferiu-se para o Rio de Janeiro, transformando o Paço em residência real. No prédio foram aclamados os imperadores D. Pedro I e D. Pedro II e também assinada a Lei Áurea pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1822, que aboliu a escravatura no Brasil. O Paço tem exposições permanentes e temporárias.

Jardim Botânico
 O Jardim Botânico foi criado para aclimatar as especiarias das Índias Orientais trazidas pelo príncipe regente de Portugal, D. João, logo após a transferência da corte para o Rio de Janeiro em 1808 durante as guerras napoleônicas. Aberto à visitação pública depois de 1822, o Jardim recebeu visitas ilustres como o cientista Albert Einstein e a rainha Elizabeth II do Reino Unido. Visite os lagos, o orquidário e o jardim sensorial. O ingresso custa R$ 6. Crianças até 7 anos e adultos a partir de 60 não pagam. A visitação funciona de segunda a domingo das 8h às 17h (ate as 18h no horário de verão).

Vista Chinesa
É um mirante situado a 380 metros de altitude em meio à Floresta da Tijuca. De lá é possível ver o Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Pão de Açúcar e as praias da Zona Sul. O local é marcado por um pequeno quiosque inspirado num pagode chinês. O acesso é pela Rua Pacheco Leão, no bairro Jardim Botânico. A Vista Chinesa fica dentro do Parque Nacional da Floresta da Tijuca. Não há ônibus que leve até o local.


Praias da Zona Sul
É chegando à praia de Copacabana que o turista tem a certeza de que está no Rio de Janeiro. A beleza natural combinada a receptividade carioca contagia. As praias de Ipanema e Leblon também são muito badaladas. Em Copa, como é carinhosamente chamado o bairro, fica o hotel Copacabana Palace, um símbolo da cidade, onde já se hospedaram estrelas de cinema e membros da realeza. O acesso aos bairros da Zona Sul pode ser feito por metrô e ônibus. Nessa região fica uma grande concentração de hotéis e hostels. Bem a esquerda de Ipanema fica a praia do Arpoador, que recebe esse nome por causa do rochedo homônimo. Nos fins de tarde, centenas de pessoas se reúnem lá no alto para aplaudir o pôr do sol que se esconde atrás dos Morros Dois Irmãos.

Lagoa Rodrigo de Freitas
Localizada estrategicamente no coração da Zona Sul, a Lagoa Rodrigo de Freitas possui uma ligação com o mar e é a divisão natural entre as praias de Ipanema e Leblon. Cartão-postal da cidade, a lagoa é uma boa opção de passeio. De dia, há pedalinhos, bicicletas e triciclos para alugar. Quando cai a noite, as atrações ficam por conta de charmosos quiosques. Em 1º de dezembro será inaugurada a Árvore de Natal da Lagoa, uma estrutura flutuante com mais de 800 metros de altura que se move ao sabor dos ventos.



Bares e casas noturnas da Lapa revelam as muitas facetas da boemia carioca

O Rio, porém, também é da noite e reflete na Lapa toda a sua boemia. O bairro, que passou

por um longo período de decadência, volta a ser ponto de encontro dos fãs do samba – mas também abre espaço para os mais diversos estilos musicais que invadem casas como o Circo Voador e a Fundição Progresso.



Pertinho da Lapa, a antiga capital do Império e da República guarda um belíssimo acervo arquitetônico dos séculos 19 e 20 que hoje abriga museus e espaços culturais. Reunidos no Centro da cidade, os prédios podem ser conhecidos em um passeio a pé pela Cinelândia, onde estão construções como o Theatro Municipal e o Museu Nacional de Belas Artes; e arredores da Praça XV, contornada pelo Paço Imperial, o Centro Cultural Banco do Brasil, a Casa França-Brasil... Uma vez na região central, aproveite para aportar no bucólico bairro de Santa Teresa, com ruas estreitas e repletas de sobrados que funcionam como ateliês, bares e lojas.   

Badalada por natureza – o Rio é sede de grandes eventos culturais e esportivos ao longo do ano -, a cidade fica ainda mais movimentada no verão, quando as duas principais festas do país atraem gente do mundo todo. No Réveillon, toneladas de fogos de artifício colorem os céus de Copacabana para saudar o Ano Novo, enquanto no Carnaval a folia toma conta das ruas, tendo sua apoteose no Sambódromo, cenário dos concorridos desfiles das escolas de samba. E por falar nas agremiações, assim como elas e os times de futebol, todo carioca tem seu boteco do coração. Programa obrigatório depois da praia, o chopp bem tirado conduz aos botequins – pés-sujos ou bem limpinhos - onde petiscos como caldinho de feijão, pastéis e sanduíches de pernil valem por uma refeição.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

COMO ESCOLHER O ROTEIRO DE UMA VIAGEM


PARA ONDE VOCÊ QUER IR?

Escolher o roteiro de uma viagem é uma pré-viagem. Você mentaliza o destino e elenca suas expectativas e ansiedades. Qual será o roteiro de seus sonhos? Visitas intermináveis a monumentos históricos, passeios a museus, galerias de arte, lugares românticos e restaurantes divinos. Para não errar, procure conhecer um pouco mais sobre cada destino, o que ele oferece, qual a sua história e seus principais atrativos.
Por isso, ao definir um roteiro é importante ter em mente qual o seu principal objetivo com a viagem. Vale a pena listar o que você deseja encontrar no velho mundo e quais locais deseja visitar (por ordem de prioridade). Feito isso, defina uma previsão de orçamento, meio de transporte que pretende utilizar, quando, quanto tempo e com quem irá viajar (se for acompanhado).


1- Informação é tudo. Para escolher o seu roteiro, procure conhecer um pouco mais sobre o local e defina quais as cidades deseja visitar. Consulte guias de viagens e agentes especializados. Você pode selecionar alguns dos 50 países disponíveis ou optar por alguma das cidades mais conhecidas, tais como: Rio de Janeiro, Fortaleza, Gramado, Natal, Manaus, Foz do Iguaçu, Roma, Paris, Barcelona, Praga, Londres, Atenas, Moscou, Amsterdã, Istambul.e etc...


2 -Verifique qual a estação do ano correspondente ao período que irá viajar. Alguns locais são desaconselháveis para determinadas épocas do ano. Não é interessante visitar uma estação de esqui no verão ou cidades litorâneas no inverno, a menos que isso seja interessante para você. Julho a agosto são meses de alta temporada do verão europeu, além dos preços altos, você encontrará lugares lotados. Em compensação, setembro é um mês ótimo, pois os dias são longos e o clima continua agradável. A partir de dezembro, além do frio, o sol pouco aparece. Aqui no Brasil a região do nordeste o verão é bem continuado e pode ser visitado em diversos períodos do ano.

3 - Pesquise quais são os países vizinhos e selecione cidades próximas para ganhar tempo (ex.: Espanha, França, Itália e Portugal). Trace um plano com rotas e trajetos possíveis (trem, avião, carro, transporte local). Nessa fase, procure o máximo de informações sobre locais, distâncias, mapas e dicas para aproveitar melhor a sua viagem. Aqui no Brasil pesquise sobre a infra estrutura do local para evitar surpresas e decepções com a comodidade oferecida, apesar que as grandes cidades turísticas brasileiras nada devem aos centros turísicos internacionais.




4- Definido os destinos, verifique quantos dias você pretenderá ficar em cada lugar. Nesse processo é importante anotar aonde você irá pernoitar e se pretende fazer viagens noturnas para os trajetos mais longos. Não se esqueça de acrescentar um espaço para eventuais mudanças de percurso, tais como atraso de voo, mau tempo, efeito "jet lag" (descompensação horária). Afinal, você precisa ter tempo para aproveitar o máximo, mas sem stress. Normalmente é aconselhável reservar 3 dias para as cidades maiores e 2 para as menores - mas, lembre-se, toda regra tem exceção.

Primeiro passo: NÃO compre a passagem sem definir sua viagem

Comprar uma passagem por impulso é o erro mais comum de (falta de) planejamento numa viagem. Achar uma passagem superdescontada de ida e volta a uma cidade específica só garante a viagem de quem só queria ir para aquela cidade. Continuar a viagem a partir dali — e sobretudo voltar para lá para pegar o vôo da volta — pode anular a economia e, pior, causar enormes perrengues logísticos. Só compre a passagem depois de ter definido todo o itinerário.
Para itinerários no exterior verifique a necessidade de visto e as exigências do país escolhido.

–> Itinerário: menos é mais

Ao montar um roteiro para o exterior, use o método clássico recomendado para arrumar malas: selecione todos os lugares que você gostaria de visitar, e então reduza à metade. Ou a um terço. Na excitação da montagem do roteiro, nossa tendência é empilhar todos os lugares que estejam no caminho (e fazer longos desvios para chegar a outros).

No mapa, tudo parece perto. Mas números frios, como quilometragens e durações de vôos, não levam em consideração o tempo que se gasta em arrumar a mala, fechar a conta do hotel, deslocar-se ao aeroporto (e chegar com a antecedência necessária para o check-in), vencer o trânsito dos anéis viários para sair de cada cidade e entrar na próxima (em viagens de carro), encontrar o próximo hotel, fazer o check-in, subir com as malas…

Cada troca de local envolve a perda de pelo menos meio dia (e de muita energia). Acredite: quanto mais você troca de cidade, menos você aproveita o seu tempo.

–> Cidades grandes:, aumente a sua permanência


Sim, toda cidade importante, porém uma cidada européia possui um ônibus de dois andares que percorre todos os cartões postais em um dia só. É um pecado, porém, limitar-se a simplesmente constatar ao vivo a existência de monumentos que você já conhecia antes de sair de casa. Quatro dias são o mínimo necessário para você entender o básico de uma grande capital. No terceiro ou quarto dia dá-se o clique: de repente todas as fichas caem e você começa a se localizar. As obrigações turísticas (os lerês) diminuem, e você começa a se sentir um pouco morador. É uma sensação que você só vai entender quando se deixar ficar pelo menos quatro dias numa grande capital.

DICA PRÉ-VIAGEM

CONSULTE SEMPRE SITES, GUIAS DE VIAGEM E REVISTAS ESPECÍFICAS DO LOCAL ESCOLHIDO.

DIFERENÇA ENTRE HOTEL, POUSADA E RESORT.






Sempre quando vamos viajar para algum lugar turístico, ou viagem a negócios, ou até mesmo por precisão, procuramos onde descansar e passar a noite, pois bem, pousadas podem ser ótimas escolhas, mas muitas pessoas se perguntam, qual a diferença entre pousadas e hotéis, não são a mesma coisa? E se não são, porque escolher uma pousada? Pois bem, para responder estas perguntas, podemos falar sobre a quantidade de serviços prestados e a personalização dos mesmos, pousadas normalmente são mais simples, e por diversas vezes podemos ver o próprio dono atrás dos balcões de recepção, sendo possível negociar serviços e preços, ao invés de conversar com simples funcionários, que sempre dizem as mesmas coisas, e tem a ordem de prestar sempre as mesmas coisas, onde o profissionalismo reina. Podemos dizer que nas pousadas não há normas e regras, e é algo mais informal, pois o serviço não é padronizado e sim caseiro, além do que é possível que haja possibilidade de fazer atividades físicas, práticas esportivas, passeios ecológicos e outras atividades campestres, e se preocupam de uma maneira especial com a saúde e bem estar de seus visitantes, outra diferença é que hotéis têm a infraestrutura maior, mas depende muito do que se procura, não há como dizer qual é melhor, pois depende muito do que se procura, serviço caseiro ou atendimento personalizado? A verdade é uma só, tem pessoas que julgam pousadas pelo nome e pela estrutura, já que sempre tem construção parecida com uma residência, acham que é coisa simples, e imaginam um serviço um tanto ‘pobre’, mas isso não é verdade, há muita pousada melhor que hotel, apesar de quase sempre terem no máximo vinte dormitórios, é muito fácil achar algumas que disponibilizam piscina para seus clientes, assim como telefones e tv’s a cabo nos quartos, porém não tem nenhuma obrigação de te-lo, coisas que em hotel é necessário, porém em uma pousada as pessoas se sentem mais a vontade, e o local em que fica normalmente, são mais bonitos
Para lhe ajudar nessa escolha vamos mostrar os tipos de meios de hospedagem existentes no Brasil, com suas as respectivas características. As características abaixo são as determinadas pela PORTARIA No- 100, DE 16 DE JUNHO DE 2011 que institui o Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass) e estabelece os critérios de classificação destes.



I – HOTEL: estabelecimento com serviço de recepção, alojamento temporário, com ou sem alimentação, ofertados em unidades individuais e de uso exclusivo dos hóspedes, mediante cobrança de diária; 1 a 5 estrelas



II – RESORT: hotel com infraestrutura de lazer e entretenimento que disponha de serviços de estética, atividades físicas, recreação e convívio com a natureza no próprio empreendimento; 4 e 5 estrelas



III – HOTEL FAZENDA: localizado em ambiente rural, dotado de exploração agropecuária, que ofereça entretenimento e vivência do campo; 1 a 5 estrelas



IV – CAMA E CAFÉ: hospedagem em residência com no máximo três unidades habitacionais para uso turístico, com serviços de café da manhã e limpeza, na qual o possuidor do estabelecimento resida; 1 a 4 estrelas


V – HOTEL HISTÓRICO: instalado em edificação preservada em sua forma original ou restaurada, ou ainda que tenha sido palco de fatos histórico-culturais de importância reconhecida; 3 a 5 estrelas

“Entende-se como fatos histórico-culturais, aqueles tidos como relevantes pela memória popular, independentemente de quando ocorreram, podendo o reconhecimento ser formal por parte do Estado brasileiro, ou informal, com base no conhecimento público ou em estudos acadêmicos.”



VI – POUSADA: empreendimento de característica horizontal, composto de no máximo 30 unidades habitacionais e 90 leitos, com serviços de recepção, alimentação e alojamento temporário, podendo ser em prédio único com até três pavimentos, ou contar com chalés ou bangalôs; 1 a 5 estrelas


VII – FLAT/APART-HOTEL: constituído por unidades habitacionais que disponham de dormitório, banheiro, sala e cozinha equipada, em edifício com administração e comercialização integradas, que possua serviço de recepção, limpeza e arrumação. 3 a 5 estrelas


VIII – HOSTEL: apesar desta categoria não ser citada pela Portaria acima, já temos muitos hostels espalhados pelo Brasil e por isso achamos necessária sua inclusão. Este tipo de empreendimento caracteriza-se, principalmente, pelo baixo valor da diária, hóspedes majoritariamente jovens e quartos compartilhados (apesar de a maioria dos hostels oferecem também opções de suítes ou quartos duplos).
Agora cabe a você que vai viajar, escolher onde ficar, hotel ou pousada?