PARA ONDE VOCÊ QUER IR?
Escolher o roteiro de uma viagem é uma pré-viagem. Você mentaliza o destino e elenca suas expectativas e ansiedades. Qual será o roteiro de seus sonhos? Visitas intermináveis a monumentos históricos, passeios a museus, galerias de arte, lugares românticos e restaurantes divinos. Para não errar, procure conhecer um pouco mais sobre cada destino, o que ele oferece, qual a sua história e seus principais atrativos.
Por isso, ao definir um roteiro é importante ter em mente qual o seu principal objetivo com a viagem. Vale a pena listar o que você deseja encontrar no velho mundo e quais locais deseja visitar (por ordem de prioridade). Feito isso, defina uma previsão de orçamento, meio de transporte que pretende utilizar, quando, quanto tempo e com quem irá viajar (se for acompanhado).
Por isso, ao definir um roteiro é importante ter em mente qual o seu principal objetivo com a viagem. Vale a pena listar o que você deseja encontrar no velho mundo e quais locais deseja visitar (por ordem de prioridade). Feito isso, defina uma previsão de orçamento, meio de transporte que pretende utilizar, quando, quanto tempo e com quem irá viajar (se for acompanhado).
1- Informação é tudo. Para escolher o seu roteiro, procure conhecer um pouco mais sobre o local e defina quais as cidades deseja visitar. Consulte guias de viagens e agentes especializados. Você pode selecionar alguns dos 50 países disponíveis ou optar por alguma das cidades mais conhecidas, tais como: Rio de Janeiro, Fortaleza, Gramado, Natal, Manaus, Foz do Iguaçu, Roma, Paris, Barcelona, Praga, Londres, Atenas, Moscou, Amsterdã, Istambul.e etc...
2 -Verifique qual a estação do ano correspondente ao período que irá viajar. Alguns locais são desaconselháveis para determinadas épocas do ano. Não é interessante visitar uma estação de esqui no verão ou cidades litorâneas no inverno, a menos que isso seja interessante para você. Julho a agosto são meses de alta temporada do verão europeu, além dos preços altos, você encontrará lugares lotados. Em compensação, setembro é um mês ótimo, pois os dias são longos e o clima continua agradável. A partir de dezembro, além do frio, o sol pouco aparece. Aqui no Brasil a região do nordeste o verão é bem continuado e pode ser visitado em diversos períodos do ano.
3 - Pesquise quais são os países vizinhos e selecione cidades próximas para ganhar tempo (ex.: Espanha, França, Itália e Portugal). Trace um plano com rotas e trajetos possíveis (trem, avião, carro, transporte local). Nessa fase, procure o máximo de informações sobre locais, distâncias, mapas e dicas para aproveitar melhor a sua viagem. Aqui no Brasil pesquise sobre a infra estrutura do local para evitar surpresas e decepções com a comodidade oferecida, apesar que as grandes cidades turísticas brasileiras nada devem aos centros turísicos internacionais.
4- Definido os destinos, verifique quantos dias você pretenderá ficar em cada lugar. Nesse processo é importante anotar aonde você irá pernoitar e se pretende fazer viagens noturnas para os trajetos mais longos. Não se esqueça de acrescentar um espaço para eventuais mudanças de percurso, tais como atraso de voo, mau tempo, efeito "jet lag" (descompensação horária). Afinal, você precisa ter tempo para aproveitar o máximo, mas sem stress. Normalmente é aconselhável reservar 3 dias para as cidades maiores e 2 para as menores - mas, lembre-se, toda regra tem exceção.
Primeiro passo: NÃO compre a passagem sem definir sua viagem
Comprar uma passagem por impulso é o erro mais comum de (falta de) planejamento numa viagem. Achar uma passagem superdescontada de ida e volta a uma cidade específica só garante a viagem de quem só queria ir para aquela cidade. Continuar a viagem a partir dali — e sobretudo voltar para lá para pegar o vôo da volta — pode anular a economia e, pior, causar enormes perrengues logísticos. Só compre a passagem depois de ter definido todo o itinerário.
Comprar uma passagem por impulso é o erro mais comum de (falta de) planejamento numa viagem. Achar uma passagem superdescontada de ida e volta a uma cidade específica só garante a viagem de quem só queria ir para aquela cidade. Continuar a viagem a partir dali — e sobretudo voltar para lá para pegar o vôo da volta — pode anular a economia e, pior, causar enormes perrengues logísticos. Só compre a passagem depois de ter definido todo o itinerário.
Para itinerários no exterior verifique a necessidade de visto e as exigências do país escolhido.
–> Itinerário: menos é mais
Ao montar um roteiro para o exterior, use o método clássico recomendado para arrumar malas: selecione todos os lugares que você gostaria de visitar, e então reduza à metade. Ou a um terço. Na excitação da montagem do roteiro, nossa tendência é empilhar todos os lugares que estejam no caminho (e fazer longos desvios para chegar a outros).
No mapa, tudo parece perto. Mas números frios, como quilometragens e durações de vôos, não levam em consideração o tempo que se gasta em arrumar a mala, fechar a conta do hotel, deslocar-se ao aeroporto (e chegar com a antecedência necessária para o check-in), vencer o trânsito dos anéis viários para sair de cada cidade e entrar na próxima (em viagens de carro), encontrar o próximo hotel, fazer o check-in, subir com as malas…
Cada troca de local envolve a perda de pelo menos meio dia (e de muita energia). Acredite: quanto mais você troca de cidade, menos você aproveita o seu tempo.
–> Cidades grandes:, aumente a sua permanência
Sim, toda cidade importante, porém uma cidada européia possui um ônibus de dois andares que percorre todos os cartões postais em um dia só. É um pecado, porém, limitar-se a simplesmente constatar ao vivo a existência de monumentos que você já conhecia antes de sair de casa. Quatro dias são o mínimo necessário para você entender o básico de uma grande capital. No terceiro ou quarto dia dá-se o clique: de repente todas as fichas caem e você começa a se localizar. As obrigações turísticas (os lerês) diminuem, e você começa a se sentir um pouco morador. É uma sensação que você só vai entender quando se deixar ficar pelo menos quatro dias numa grande capital.
–> Itinerário: menos é mais
Ao montar um roteiro para o exterior, use o método clássico recomendado para arrumar malas: selecione todos os lugares que você gostaria de visitar, e então reduza à metade. Ou a um terço. Na excitação da montagem do roteiro, nossa tendência é empilhar todos os lugares que estejam no caminho (e fazer longos desvios para chegar a outros).
No mapa, tudo parece perto. Mas números frios, como quilometragens e durações de vôos, não levam em consideração o tempo que se gasta em arrumar a mala, fechar a conta do hotel, deslocar-se ao aeroporto (e chegar com a antecedência necessária para o check-in), vencer o trânsito dos anéis viários para sair de cada cidade e entrar na próxima (em viagens de carro), encontrar o próximo hotel, fazer o check-in, subir com as malas…
Cada troca de local envolve a perda de pelo menos meio dia (e de muita energia). Acredite: quanto mais você troca de cidade, menos você aproveita o seu tempo.
–> Cidades grandes:, aumente a sua permanência
Sim, toda cidade importante, porém uma cidada européia possui um ônibus de dois andares que percorre todos os cartões postais em um dia só. É um pecado, porém, limitar-se a simplesmente constatar ao vivo a existência de monumentos que você já conhecia antes de sair de casa. Quatro dias são o mínimo necessário para você entender o básico de uma grande capital. No terceiro ou quarto dia dá-se o clique: de repente todas as fichas caem e você começa a se localizar. As obrigações turísticas (os lerês) diminuem, e você começa a se sentir um pouco morador. É uma sensação que você só vai entender quando se deixar ficar pelo menos quatro dias numa grande capital.
DICA PRÉ-VIAGEM
CONSULTE SEMPRE SITES, GUIAS DE VIAGEM E REVISTAS ESPECÍFICAS DO LOCAL ESCOLHIDO.





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